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Artrite Reumatóide

Revista n.º 6 - Artrite Reumatóide - 23/10/2008

140 anos depois a Alopatia só apresenta soluções paliativas sem nenhuma cura à vista.
O termo artrite reumatóide foi introduzido por Sir Alfred Garrod em 1859 para descrever uma doença crónica inflamatória das articulações periféricas e que se distingue de todas as restantes formas de reumatismo. É actualmente definida por uma alteração sistémica crónica inflamatória recorrente envolvendo inicialmente as pequenas articulações das mãos e pés com artrite periférica simétrica inflamatória não supurativa e que progride de um modo centrípeto e simétrico, com exacerbações e remissões devidas a crises de agudez.
A invasão da artrite reumatóide é tão vasta no organismo que é mais correcto chamar-lhe Doença Reumatóide. Caracteriza-se essencialmente pelo aparecimento de edema vermelho ou emaciado.

Não se sabe ao certo qual é a origem da doença, no entanto, têm sido propostas várias hipóteses, como por exemplo:
A doença é causada por agentes infecciosos como bactérias Micoplasma, Streptococcus, Proteus mirabilis, ou virús (constata-se a presença de virús Epsteinbarr, e mais recentemente Parvovirus em vários doentes).
A doença é uma expressão da imunidade desordenada dando origem a um ataque auto-imune aos constituintes do próprio organismo.
Os factores genéticos, dado que o reumático está associado ao Locus do Antigen de Histocompatibilidade - HLA (mais propriamente os antigenes da classe II de leucócitos humanos). Estudos recentes provaram que existe uma relação entre antigenes da classe II e uma susceptibilidade à artrite reumatóide.

Os factores ambientais mesmo não sendo a " prima causa" como veremos adiante, condicionam e proporcionam as crises. Os mais relevantes por ordem de grandeza são: a Nutrição ( maus hábitos alimentares), excessiva tensão emocional, esforço constante resultando em excesso de cansaço e falta de descanso.
Do ponto de vista naturopatico a Doença Reumatóide deve-se ao excesso de acidez acumulada no organismo e atribui-se esse facto aos maus hábitos na higiene alimentar associada a deficiente comportamento dos emunctórios: intestinos, rins, pulmão e pele.
Do ponto de vista homeopático a D.R. deve-se à desorganização da Força Vital gerada pelo afastamento do Princípio Vital por acção do Miasma ( lêr sobre miasmas no suplemento). Realmente a medicina convencional mais uma vez encanta com um manancial de explicações "científicas" que nos deixam siderados de tão minuciosas.
Claro, razões essas que ninguém pretende subtrair-lhe, pois de facto limita-se a explicar os factos constatados à observação microscópica materialista, sendo incapaz de conceber a natureza humana para além dessa limitação. Curiosamente, encontrando-se entre os cientistas pessoas religiosas que supostamente acreditam em algo divino, diria mesmo transcendental, para o ponto de vista da ciência como a conhecemos, seria caso para perguntar :"o Senhor não pode ser observado ao microscópio, ou será que pode ?..." Mas depois de tantas e tão doutas explicações e não porque não queremos trazer para estas páginas a discussão teosófica, que tanto apreciamos, mas que terá melhor lugar quiçá numa revista da especialidade, fiquemo-nos pelos factos reais, ou seja:

A etiologia é desconhecida. Quer dizer, não se sabe como, porquê ou quando se manifesta.
O tratamento é inexistente. Tentaram-se os sais de ouro, sem nenhuma razão científica. Tentou-se a cortisona, igualmente sem nenhuma razão científica. Hoje, ainda continuam a usar-se ambas, porque não há alternativas acrescentando, anti-inflamatórios, anti-algicos etc...
Já nem se pensa na cura. A falta de espírito realmente científico dirigido para a cura e não apenas para o controlo como em todas as outras doenças, leva a que a pessoa atingida pela D.R. vá assistindo ao agravamento da deformação das suas articulações, de um modo progressivo e irreversível num oceano de dores, que os medicamentos não controlam totalmente, até ser incapaz de se movimentar.
A cirurgia, solução final, apenas para algumas articulações, como nos joelhos, é o único recurso deixado por uma medicina incapaz, quando é possível fazê-lo.
Anemia, é apenas uma das condições iatrogénicas (efeitos colaterais) criadas pelas medicações invasivas da medicina convencional e que neste caso impede a paciente que posou para estas fotos de ser operada apesar da boa vontade dos cirurgiões pois nenhum se quer arriscar enquanto essa condição persistir.

A Homeopatia, precedida pela naturopatia e secundada modernamente pela homotoxicologia, acredita que formas gravosas de algumas doenças crónicas ditas sistémicas, só são possíveis devido à agressão do organismo com drogas químicas, invasivas, que mascarando temporariamente os sintomas e aliviando o paciente, cativam-no, levando-o ingenuamente a insistir numa terapia supressora que vai vicariando progressivamente, conduzindo a doença de manifestações mais superficiais para outras mais profundas e por vezes irreversíveis.
O nosso corpo é feito a partir do planeta em que nascemos. Por isso mesmo conhece todas as combinações de cadeias moleculares como elas aí tem expressão; porém, não está preparado para poder identificar cadeias moleculares sintetizadas em laboratório e inexistentes na natureza.
O presente caso que documentamos com fotografias, está estacionário de crises recorrentes há cerca de um ano e sem recurso a medicação química há cerca de três. Infelizmente não é possível reverter as alterações de estrutura que já tinham sido afectadas. Outros casos, acompanhados em estadios anteriores foi possível estacionar antes que avançassem para fases irreversíveis.

Pensamos que hoje com o grau de conhecimento que a população tem em geral, devido a tantos programas de informação mediática, só quem não estiver atento é que se deixa seduzir por curas milagrosas, das tais que fazem desaparecer todas as dores em minutos, mas deixam facturas caras para pagar para o resto da vida. Estamos a falar dos resultados da medicina convencional e desafiamos a que nos provem que não é assim. Cada vez há mais médicos a juntarem-se às fileiras das medicinas não convencionais. Isso é o que aterroriza certas instituições tutelares. A humanidade está a crescer em consciência e dentro de uns anos já não se falará de medicinas, mas de Medicina.
 
23/10/2008


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Conselhos de saúde do Prof. Carvalho Neto.