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Medicinas Tradicionais

As “Terapêuticas não Convencionais” como estabeleceram as autoridades nacionais que se chamaria às medicinas naturais ou “medicinas não convencionais” têm vindo a merecer a atenção de uma grande parte da população ao longo da última década.
A procura que há 3 décadas atrás registava o maior número de adeptos entre as pessoas mais humildes, ignorantes, como lhes chamavam, por não saberem ler nem escrever.
Com o decorrer do tempo começa a verificar-se que os antigos tinham razão e as práticas de medicina natural têm vindo a conquistar cada vez mais adeptos entre os “letrados”, os académicos, os ecologistas, os verdes, etc... talvez motivados pelo exemplo dos seus pais e avós, pessoas do campo, fiéis à mãe Natureza que viviam com muito mais qualidade de vida. Essas pessoas, pobres, sentindo-se marginalizadas pelos ricos, sempre preferiram as “mézinhas da avózinha” fugindo até onde podiam da douta “ciência” desdenhando-a tanto quanto ela os desdenhava.

Os tempos mudaram!
A “medicina natural” encontra principalmente entre os esclarecidos, os académicos, filhos dessa gente querida, humildes filhos da natureza, os seus mais fiéis seguidores.
Adoptam-se regimes alimentares vegetarianos, macrobióticos, frutívuros, crudívoros etc, uns mais radicais que outros, mas todos esclarecedores das grandes mudanças de hábitos na nossa sociedade actual com os reflexos já previsíveis para o novo modo de estar e viver no futuro.
Pessoas de diferentes níveis sociais, umas economicamente mais favorecidas que outras, colocam a sua saúde e a dos seus filhos como prioridade nas suas vidas e tentam tratar-se de uma forma ecológica recorrendo a remédios naturais, investem em alimentação biológica e seguem regimos isentos de proteínas animais contaminadas com todas as espécies de químicos: herbicidas e agroquímicos de todo o tipo, antibióticos e hormonas, estabilizadores e conservantes nos alimentos enfim, uma panóplia de químicos a perder de vista.
Com tanto químico a fazer parte da nossa vida diária,das duas uma: ou são de má qualidade ou então já devíamos estar todos resistentes e imunes a todo o tipo de infecções isto para não falar em alergias, pois cada vez há mais alérgicos, “vá-se lá saber porquê ! ...”
As pessoas começaram a colocar questões em relação ao seu modo de estar na vida, aos seus hábitos alimentares, ecológicos, aos seus alimentos e águas, consumiveis em geral como os vegetais, carregados de agroquímicos; hormonas; estabilizadores; conservantes, ou as carnes provenientes de animais intoxicados com vacinas; antibióticos e hormonas, etc... etc... e agora já não estamos a falar de analfabetos, mas de licenciados e investigadores nas diversas áreas das ciências. Médicos, veterinários, dentistas, enfermeiros, farmacêuticos, biológos, bioquímicos, químicos, físicos, começam a pôr também em causa a saúde dos seus filhos que adoecem repetidamente apesar de todas as precauções. Vacinas; antibióticos; anti-histamínicos; corticóides e finalmente cortisonas quando já não se sabe que fazer mais, toda esta panóplia de “armamento” mostra-se complectamente ineficaz para garantir a exposição das crianças e dos adultos ás correntes de ar, mudanças de temperatura etc, e são os “ares condicionados e o aquecimento central” que são o “bode espiatório da inépcia e incapacidade do “nosso”, salvo seja, espírito científico.
Os testemunhos de pais e de pessoas que começaram a fazer-se acompanhar e tratar pela medicina natural em geral, demonstram claramente a vantagem das suas opções e da sua preferência.
Das opções em geral pelas diversas práticas alternativas os europeus nomearam por ordem de preferências as seguintes práticas:
1-Homeopatia
2-Acupunctura
3-Naturopatia
4-Osteopatia e Quiroprática
A primeira e grande opção é pela homeopatia.
Essa é também a minha.
O meu esforço de ensino e de divulgação nas últimas 2 décadas foi sem dúvida preferencialmente pela homeopatia como “suprema e divina arte de curar” assim diria o Dr. Samuel Hahnemann seu criador. A Homeopatia é única com a sua capacidade de resolver com eficácia todo o tipo de situações agudas e crónicas. A sua acção apenas está limitada nalguns casos, sobretudo de doença degenerativa e fases terminais. Mas, qual é a terapia que não está igualmente limitada?... A homeopatia é única no tratamento da doença crónica, conseguindo fazer a remissão da doença de um modo definitivo, na grande maioria dos casos, ás vezes criando até a imagem de “milagre”.
O meu segundo amor é pela Iridologia, uma arte de diagnóstico única e que de uma forma não invasiva nos revela todo o interior da pessoa e até a natureza interior como ser humano. Sobretudo uma arte de diagnóstico de saúde.
A Naturopatia é a mais antiga de todas as práticas existentes. Pode dizer-se que é tão antiga quanto a Humanidade. Nas suas diversas vertentes é a prática que melhor pode ajudar o doente crónico que por razões pessoais ou de pressões familiares, médicas etc, toma ou segue terapias químicas invasivas e pretende minimizar os efeitos e manter melhor qualidade de vida. Já há alguns anos que é utilizada em parceria com a medicina convencional na maioria dos hospitais dos EUA, país onde os seus praticantes já são na sua maioria licenciados ( usando o sufixo ND “Naturophatic Doctor”).
A Acupunctura é uma prática preciosa no tratamento das algias (dores) e algumas disfunções orgânicas conseguindo na maioria dos casos provocar um alivio imediato, porém nem sempre duradouro sobretudo na doença crónica.
A Osteopatia e a Quiroprática são as terapêuticas por excelência quando é necessário manipular a estrutura óssea para resolver situações dificeis como por exemplo ciáticas, hérnias discais ou nevralgias em geral.
A quiroprática é, no meu entender, mais eficaz e está mais dentro da filosofia da medicina natural, por considerar o homem como um todo energético, tal como a homeopatia e a acupunctura com as quais se associa na perfeição.
 


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Conselhos de saúde do Prof. Carvalho Neto.