Get Adobe Flash player

Homeopatia

É a Medicina não Convencional mais procurada pelos Europeus. Nascida das mãos do Dr. Samuel Hahnemann no final do séc. XIX, conta com dois séculos de existência. A grande maioria dos seus praticantes são médicos que se converteram aos seus resultados, mas coexistem profissionais com formação homeopática de raiz. O seu princípio de actuação, “O semelhante cura o Semelhante”, opõe-se pela sua Natureza ao princípio do Contrário, do antídoto, da medicina Alopática.
Os termos homeopático e alopático foram criados pelo pai da Homeopatia, que no §52 do “Organon da Arte de Curar”, o seu livro base e verdadeiro guia da Homeopatia, faz a distinção entre os dois métodos.
Citação do parágrafo 52
“Só existem dois métodos principais de cura: um baseado na observação precisa da natureza, na experimentação cuidadosa e experiência pura, o homeopático (nunca antes de nós utilizado intencionalmente) e um segundo que não faz isto, o heteropático ou alopático. Um opõe-se ao outro, e só aquele que não sabe nada pode ter a ilusão que eles possam alguma vez aproximarem-se ou mesmo unirem-se, ou ser tão ridículo que uma vez pratique homeopaticamente e outra alopaticamente, de acordo com o gosto do paciente; uma prática que se pode chamar traição criminosa contra a divina homeopatia.”

Pelo texto podemos ter uma pequena ideia da força deste Grande Ser Humano que se soube impor na sua época, apesar de toda a adversidade que lhe foi imposta pela inveja dos seus colegas.
Os primeiros parágrafos do “Organon”, como ficou mundialmente conhecido, deixa bem claro o Espírito do autor e da sua medicina, particularmente o primeiro parágrafo e a sua nota esclarecedora.

Citação do parágrafo 1
“A mais elevada e única missão do médico é restabelecer a saúde dos enfermos, curar, como é denominado.”

A sua missão, não é, contudo construir os chamados sistemas ao misturar intimamente especulações ocas e hipóteses relativas à natureza essencial interna dos processos vitais e o modo pelo qual as doenças se originam no interior invisível do organismo, (sobre o qual tantos médicos até agora gastaram ambiciosamente os seus talentos e o seu tempo); nem é tentar dar explicações sem fim relativamente ao fenómeno das doenças e à sua causa próxima (que permanecerá sempre oculta), envoltas em palavras ininteligíveis e num modo de expressão abstracto e inflamado, que deve soar muito erudito de modo a impressionar os ignorantes – enquanto a humanidade doente suspira em vão por ajuda. De tantos sonhos eruditos (aos quais é dado o nome de medicina teórica, e para a qual são instituídas cátedras especiais) nós já temos bastante, e é agora tempo de todos aqueles que se intitulam médicos pararem finalmente de enganar a humanidade sofredora com mero palavreado, e começarem agora, em vez disso, de uma vez por todas a actuar, isto é, realmente a ajudar e a curar.

Finalmente, a grande diferença centra-se nos medicamentos.
Aparentemente ambos, medicamentos alopáticos e homeopáticos são igualmente eficazes. Ambos debelam rapidamente os sintomas, as queixas dos pacientes. Porém do ponto de vista homeopático, os efeitos dos medicamentos alopáticos são apenas uma ilusão, quase como uns truques de malabarismo, ou seja: - depois de tomar o medicamento alopático podem acontecer uma de duas coisas:
1.    Os sintomas desaparecem quando se toma o medicamento e voltam a reaparecer quando o efeito do medicamento passa. Neste caso o doente é obrigado a tomar continuamente o mesmo remédio, pondo em risco, devido aos efeitos tóxicos, órgãos vitais ao bom funcionamento orgânico.
2.    Os sintomas desaparecem por supressão e os sintomas iniciais mais superficiais dão lugar a outros mais comprometedores que se referem sempre a patologias graves de carácter recidivante, está instalada a doença crónica.

- O medicamento homeopático, escolhido pelo princípio da semelhança, configura em si próprio todos os aspectos presentes no indivíduo afectado, ou seja, os aspectos mentais, emocionais e físicos. Assim, uma vez escolhido o medicamento a doença é tratada em todos os seus aspectos e não apenas a ilusão dos sintomas físicos. Deste modo quando os sintomas físicos atacam não são apenas estes que são debelados, mas sim a doença. Assim quando os sintomas desaparecem é porque a doença desapareceu, e não aconteceu apenas um truque de mágica que levou a suprimir ou mascarar sintomas.
- A guerra que a alopatia move à Homeopatia é tão crónica como as doenças que ela própria com os seus métodos vai criando à sua volta.
- a indústria farmacêutica que tudo controla, inclusivamente os médicos, não gosta da Homeopatia, porquê?
1.    A homeopatia serve-se de substâncias simples como as que se encontram na Natureza.
2.    Substâncias simples naturais não podem ser registadas em proveito próprio, logo não dão dinheiro.
3.    O medicamento homeopático, ministrado em doses mínimas sairia quase gratuito se um governo resolvesse fabricá-lo, mais, muito mais barato que os genéricos. É fácil de ver quem é que isso não interessa, não é verdade?

Assim ciclicamente aparecem revistas ditas científicas (pagas pela indústria farmacêutica) que tentam em vão denegrir a imagem da Homeopatia. Curiosamente a Homeopatia sobrevive sempre a esses ataques e cada vez conquista mais adeptos, inclusive entre os cientistas.
A verdade é que a Homeopatia é a única medicina com medicamentos que pela sua acção rápida e eficaz consegue fazer frente ao Império Alopático.

Clique em Revista para mais informações e vá ao Suplemento “O Homeopata”.


  • Facebook: 100010063560908
  • YouTube: MydoctorClinic

Conselhos de saúde do Prof. Carvalho Neto.